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29 março, 2011

Se a carapuça servir

Não o ame (V. 1.0)                                                                        
                                           (Por Pedro Luiz) eu



Garota, se algum sujeito,
Chegar junto,
E proclamar-lhe amor eterno,
Cantar serenatas a sua janela,
Ao sete pintar loucuras,
Chorar cataratas,
Ao chão , esparramar-se,
E aos quatro cantos gritar,
Seu discurso enfadonho,
Esqueçe,
Pois a falsidade é seu combustivel,
E as lagrimas de crocodilo são,
Não o ame,
Ame a mim,
Amém.

27 fevereiro, 2011

O Parasita da vontade

O Parasita da vontade


                             Por mim

O pacato cidadão,
Vive a se lamentar,
Mas deve uma razão ter,
Pra tanto ele se queixar,
Difícil achar o motivo,
Mas pode uma coisa ser,
Um ser peludo e pesado,
Que vive dependurado,
Nas costas do individuo.

Vulgo preguiça é ócio estável,
Sinal de ânimo absorvido,
Do emprego é inimigo,
E pra alma é como um vírus,
Capaz de até danos físicos,
Como uma certa corcunda,
E nas pernas um pesar.

São danos comuns,
Do terrível amarelo algoz,
Não sei se tem livramento,
Para um tão grande tormento,
Se um dia solução achar,
Diga-me, pois necessito,
De meu lombo aliviar.

God Pamonha

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